terça-feira, 10 de setembro de 2013

MERCADO VOLTA A CRESCER


Confiança do consumidor de Fortaleza cresce pelo segundo mês seguido

Índice ainda não é o esperado, afirma economista







O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de Fortaleza registrou crescimento pelo segundo mês consecutivo, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio). Em pesquisa divulgada nesta terça-feira (10), o ICC da capital para o mês de setembro apresentou 132,8 pontos - 2,5 a mais que o registrado em agosto. Entretanto, o índice ainda não é satisfatório para o comércio. "A gente percebe a melhora no nível de confiança mas não necessariamente uma retomada no processo de compra. Houve um crescimento muito pequeno, e era de se esperar algo maior. 


O que vimos foi que o consumidor ainda não voltou a comprar", opinou o economista Alex Araújo.

Homens são os mais confiantes para fazer compras e os móveis são os itens no topo da lista.
O último mês já havia registrado aumento perante a queda apresentada em julho. Com a diminuição nas manifestações populares pelo País, o consumidor voltou a se animar em ir às compras. De junho para julho, a queda foi de 6,8 pontos (135,1 em junho e 128,3 em julho). Já em agosto, o crescimento foi de 2 pontos. Setembro já demonstra uma leve animação por parte do fortalezense. Mas apesar do crescimento, o índice ainda é o terceiro pior dos últimos 13 meses.
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Homens continuam mais dispostos
Repetindo o mês passado, os homens são os mais dispostos a gastar: são 137,3 pontos para o sexo masculino, diante de 135,3 pontos para o sexo feminino nas intenções de compra. Já a faixa etária com maior confiança é a compreendida entre 18 e 24 anos, com 140,6 pontos.
As famílias com renda menor que 5 salários mínimos são as que mais pretendem gastar, com 136,3 pontos no ICC.
Dentre os produtos, os móveis lideram, com 15,2% das intenções de compra. Em seguida estão os televisores, com 14,2% e as geladeiras, com 13,7% das intenções. O valor mais citado para gastar é até R$ 250, com 69,4% das intenções. O segundo valor mais citado foi "acima de R$ 1 mil", com 17,5% dos entrevistados. "Chama a atenção a cesta de produtos, completamente diversa do que vimos mês passado, com preferência por móveis e eletrodomésticos. Mostra um comportamento completamente diferente", afirma o economista.


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